segunda-feira, 4 de maio de 2015

Em primeira mão! ONG Amigos de Barra do Riacho, ajusta horários de ônibus com empresa Cordial.

Em primeira mão, A ONG Amigos de Barra do Riacho e Cordial buscam melhorar o atendimento de serviço na comunidade. Na qualidade de Presidente da ONG Amigos da Barra do Riacho, hoje estivemos na empresa Cordial a pedido de moradores de nossa comunidade para adequação e ampliação de novos horários de ônibus em Barra do Riacho. Fui prontamente atendido pelo gerente operacional Jose Luiz Barcelos de Almeida, apresentei as reivindicações da população, que são as mais diversas desde, atrasos, não cumprimento de rota, entroncamentos de linhas como por exemplo via SESC e SESI/SENAI, Vale Transportes e outros. Depois de mais de (2) duas horas de reunião, conseguimos ajustar os horários de forma que na sua grande maioria a população passará a ter ônibus a cada (30) minutos, sem muita demora em seu translado. Os horários entrarão em vigor nesta terça-feira, 05 de Maio de 2015, inicia-se de forma parcial, podendo surgir novas alterações se assim for necessário. Ficou acordado entre nós que as sugestões apontadas pelos usuários podem ser sugeridas a nós da ONG Amigos da Barro do Riacho, que prontamente levaremos ao conhecimento da empresa. A respeito dos Vales Transportes, ficou definido que enquanto não for implantado o sistema nos ônibus os passageiros portadores de VALE não terão nenhum prejuízo, basta apresentar sua Carteira de Identificação/Vale Transporte e de imediato sua tarifa será franqueada sem custo alguns. Esta medida é em reconhecimento que o usuário não tem culpa do atraso das instalações dos equipamentos de bilheteria nos coletivos, José Luiz disse ainda, que o atraso nas instalações são por conta de atualizações no sistema de leitura dos equipamentos e também por conta de um modelo de chicote que veio errado nos equipamentos e dependem de serem trocados por parte dos fornecedores. Sendo assim, fica publicado abaixo os horários oficiais da Cordial, qualquer duvida, pode ser tiradas no Site da Cordial www.cordialturismo.com.br/ DIVULGUEM O MAXIMO, PARA MELHOR COMODIDADE!





terça-feira, 7 de abril de 2015

Não está fácil pra ninguém até juiz pede socorro contra a corrupção. O judiciário não pode ficar de joelhos se vendendo por recursos para facilitar na não condenação de politicos.

JOSÉ CASADO Juiz pede socorro Cansado de ver tribunal ‘de joelhos diante de réus a troco de orçamento’, juiz quer intervenção: processos contra autoridades desaparecem ou acabam no ‘limbo jurídico’ 07/04/15 - 00h00 Na semana passada chegou à mesa da corregedora nacional de Justiça, Nancy Adrighi, uma correspondência incomum: cinco sindicatos estaduais de servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário pediram que o Conselho Nacional de Justiça determine “com urgência” uma devassa no Tribunal de Justiça do Espírito Santo. É o segundo requerimento de investigações sobre supostos atos criminosos no Judiciário capixaba, nos últimos vinte dias. A denúncia inicial partiu de um juiz. Em cartas à presidência e à corregedoria local, o desembargador Pedro Valls Feu Rosa descreveu a “realidade sombria” da instituição, que “parece ter sido ‘projetada’ para impedir que certos processos tenham tramitação”. Feu Rosa conhece como poucos a corte estadual, que já presidiu. Convive com ameaças. A mais recente chegou envelopada na tarde de sábado, 14 de março à sua casa, em Vitória. Avesso à escolta, mantém a rotina de passeios matinais e missa aos domingos. Por hábito, expõe no gabinete de trabalho a relação dos processos recebidos, com respectivas datas de entrada. Não há um único preso por corrupção nas celas capixabas. No entanto, sobram processos: “Não são um ou dois, mas dezenas. E praticamente todos arrastam-se há anos, com pouco andamento e sem julgamentos” — registrou nas cartas. “São pessoas acusadas de desviarem milhões dos cofres públicos (...) Os anos se passam e os processos seguem em uma espécie de ‘limbo jurídico’, aguardando o dia — humilhante para uma instituição — da prescrição.” Processos contra autoridades “desaparecem”, escreveu. “Confira-se: sou desembargador há 20 anos, presidente de Câmara Criminal, e nem assim consigo saber onde estão, e em qual estado, processos relativos a não uma, mas quatro operações policiais de ampla envergadura — três da Polícia Civil e uma da Polícia Federal.” “Fui relator daquela deflagrada pela Polícia Federal”, prosseguiu. “Há uma gravação, no inquérito, de um senhor que se apresenta como ‘organizador da fila de licitações’. Diversos municípios são mencionados de forma clara e inequívoca. Pois bem: já se passaram quase dois anos, e sequer consigo saber onde estão os processos!” “As denúncias contidas nestas quatro operações são gravíssimas, envolvendo desde corrupção até narcotráfico. E onde estão os processos? (...) É possível que não exista ‘fila de licitações’ ou sequer um dos atos de corrupção apontados. Sim, pode ser que não exista mesmo um corrupto sequer aqui no Espírito Santo — mas que se dê, até mesmo em benefício dos acusados, uma resposta. Eis o que peço enquanto juiz e cidadão: que o Poder Judiciário dê uma resposta!” Aos 48 anos, Feu Rosa se diz cansado de ver o Judiciário “tantas vezes de joelhos diante de réus a troco de orçamento”. A omissão, escreveu, “custa caro à população, desestimula os bons políticos, assusta os investidores, custa vidas, dadas as consequências dos escandalosos níveis de corrupção registrados.” Ele sugeriu a intervenção do Conselho Nacional de Justiça. O conselho é responsável constitucional pelo controle e transparência do Judiciário, mas tem sido gradualmente desidratado pela reação conservadora de parte da cúpula judicial. O caso do Espírito Santo é novidade nesse cenário: um juiz pede socorro para fazer a Justiça funcionar.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Estaleiro Jurong envolvido em propina de mais de 8 milhões segundo investigações da Lava Jato.

O lobista Guilherme Esteves de Jesus, preso na manhã desta sexta-feira, 27, pela Operação Lava Jato, é acusado de pagar pelo menos US$ 8,2 milhões em propina em nome do Estaleiro Jurong – de um dos maiores grupos do setor no mundo – por seis contratos para construção de sondas de exploração do pré-sal feitos com a empresa Sete Brasil. Pelo menos US$ 1,7 milhão teriam sido pagos para dois executivos da empresa brasileira, João Ferraz e Eduardo Musa. “Os pagamentos das propinas, que totalizariam cerca de USD 8.211.614,00, teriam sido feitas por intermédio de transferências no exterior da conta em nome da off-shore Opdale Industries Ltd, controlada por Guilherme, para contas controladas por Pedro Barusco (offshore Natiras) Renato Duque (offshore Drenos), João Ferraz (offshore Firasa) e para Eduardo Musa (conta não identificada)”, registra o juiz federal Sérgio Moro, em sua decisão, nesta quinta-feira, 26. A Sete Brasil foi constituída com diversos investidores, entre eles a Petrobrás e com recursos provenientes de fundos de pensão da Petros, Previ e Funcef, Valia. Também tem por sócios empresas privadas e instituições financeiras, como os bancos Santander, Bradesco e o BTG Pactual. Em 2011, a Sete Brasil venceu licitação da Petrobrás para a operação de 21 sondas do pré-sal. Estaleiro Jurong, no Espírito Santo, fechou seis contratos com Sete Brasil / Foto: Banco de Imagens do EJA Estaleiro Jurong, no Espírito Santo, fechou seis contratos com Sete Brasil / Foto: Banco de Imagens do EJA Para executar os serviços, a empresa fechou 21 contratos pelo valor total de US$ 22 bilhões com cinco estaleiros: Estaleiros Atlântico Sul, Estaleirto Rio Grande (ligado à Engevix Engenharia), Estaleiro Jurong, Estaleiro Kepell Fels e Estaleiro Enseada do Paraguaçu (formado por consórcio da Odebrecht, OAS, UTC e Kawasaki). Uma das pessoas que participou ativamente da formação da Sete Brasil foi o ex-gerente de Engenharia da Petrobrás Pedro Barusco, delator da Lava Jato. Cada estaleiro tinha o seu operador responsável pelo pagamento de propinas, afirmou ele. Guilherme Esteves era o operador do Estaleiro Jurong, que ficou com seis contratos dos 21. Barusco foi indicado Diretor de Operações da Sete Brasil em fevereiro de 2013, mas desde 2011 trabalhava na empresa. Segundo ele, “o esquema criminoso da Petrobrás reproduziu-se na empresa Sete Brasil”. Sua função na empresa privada “era conduzir o projeto de construção de sondas de perfuração de águas profundas para exploração do pré-sal”. Barusco afirmou à força-tarefa da Lava Jato que a “João Ferraz foram repassados US$ 1.035.996,00 em julho de 2013″ e a “Eduardo Musa US$ 786.000,00, também em julho de 2013″. No celular do operador de propina da Jurong, a PF localizou “mensagens de texto, trocadas entre ele e Fabricio Barwinski e FRrederico Goldin, sobre pedidos de transferência de valores da conta Opdale para as contas Nebraska, Nave e Firasa, esta última pertencente ao presidente da Sete Brasil, João Ferraz”, segundo registra o MPF. Guilherme Esteves foi um dos 11 acusados de operarem propina na Diretoria de Serviços – comandada pelo PT – alvos de busca e apreensão na nona fase da Lava Jato, batizada de Operação My Way. De acordo Barusco, Guilherme Esteves funcionou como operador financeiro para o pagamento de propinas provenientes do Estaleiro Jurong a partir de janeiro de 2013, por meio da celebração de contratos ideologicamente falsos, emissão de notas fiscais frias e realização de depósitos em contas bancárias no exterior. Para o juiz da Lava Jato, “o quadro probatório revela provas de crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro, com a utilização, por Guilherme Esteves de Jesus, de contas secretas no exterior para a realização de pagamentos de propinas milionárias a dirigentes da Petrobrás e da Sete Brasil”. “A Sete Brasil, apesar de ser empresa privada, tem importante participação acionária da Petrobras e de fundos de pensão, com o que não se trata propriamente de lesão unicamente a uma empresa privada”, afirmou Moro, em sua decisão de prisão do operador da Jurong. Sete Brasil. A Sete Brasil “foi um projeto montado no interior da Petrobrás, idealizado, sobretudo, por João Carlos de Medeiros Ferraz”. Barusco afirmou em sua delação que “em todos os contratos, foi acertado o pagamento de propina de cerca de 1%, depois reduzido a 0,9%, dos valores”. Tanto Ferraz como Musa eram funcionários da Petrobrás. “Além disso, o pagamento das propinas comissionadas teria ocorrido no âmbito de contratos destinados à construção de sondas para a empresa estatal”, ressalta o juiz. “Não há, como regra, ‘propina grátis’, sendo o usual a inclusão dos valores respectivos como custo a ser suportado ao final pela empresa estatal e, por conseguinte, pelos cofres públicos.” O Estaleiro Jurong é uma subsidiária do Gruo SembCorp Marine, companhia de capital aberto de Cingapura e uma grande fornecedora internacional de plataformas e sondas para exploração de petróleo. Ninguém do grupo foi localizado. Além do ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque – indicado pelo PT ao cargo -, dele próprio, dos executivos da Sete Brasil, parte da propina ia para João Vaccari Neto, tesoureiro do PT. COM A PALAVRA, A SETE BRASIL. “A deflagração da “Operação Lava Jato” e o envolvimento do ex-Diretor de Operações da Companhia Pedro José Barusco Filho confirmado em depoimentos prestados no âmbito do acordo de colaboração premiada, em novembro de 2014, prejudicaram a obtenção dos financiamentos de longo prazo pela Sete Brasil. Com o objetivo de apurar eventuais irregularidades ocorridas nos processos envolvendo estaleiros, operadores e fornecedores, visando não somente dar transparência aos processos da companhia, como também fornecer legitimidade a todos os investidores e financiadores do projeto, a Diretoria Executiva determinou, antes de qualquer solicitação de terceiros, o início de um processo de auditoria e investigação sobre todos os documentos e contratos relacionados ao projeto sondas desde a criação da Sete Brasil, em dezembro de 2010. Os resultados das investigações levaram a Administração da Companhia a concluir que todos seus contratos vigentes foram pactuados observando os termos e condições usualmente praticados pelo mercado neste tipo de operação. Não foi apontado, até então, qualquer violação às leis que regulamentam tais contratos.”

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Marcelo Coelho assina Decreto que obriga Taxistas instalarem taxímetro, com a decisão do Prefeito uma corrida de Barra do Riacho para Aracruz pode custar a parti do dia 1º R$ 114,75. Hoje a mesma corrida custa R$ 70,00 segundo taxistas de Barra do Riacho.

Prefeitura de Aracruz anuncia a instalação de taxímetros
02/02/2015
Os taxistas de Aracruz têm até o dia 1º de maio para instalar o taxímetro e apresentar o Certificado de Aferição à Diretoria de Transporte Público
Os taxistas de Aracruz têm até o dia 1º de maio para instalar o taxímetro e apresentar o Certificado de Aferição à Diretoria de Transporte Público PMA / Humberto De Marchi
A Secretaria Municipal de Transportes e Serviços Urbanos da prefeitura de Aracruz está dando sequência ao ordenamento dos táxis da cidade, instituído, por meio do Decreto Nº 28973, que prevê a instalação e aferição de taxímetros, além de definir tarifas-padrão para o serviço.

De acordo com o Decreto Municipal, todos os veículos de táxi de Aracruz têm até o dia 01 de março de 2015, um domingo, para instalar o taxímetro e apresentar o Certificado de Aferição à Diretoria de Transporte Público. A mesma data vale para a aplicação das novas tarifas. Caso os taxistas infringirem o novo ordenamento, eles poderão ser multados e até perder o alvará de permissão de serviço.

O Decreto Municipal tem como base o art. 8º. do Decreto Federal nº 12.468 de 26 de agosto de 2011, que diz que “Em Municípios com mais de 50.000 (cinquenta mil) habitantes é obrigatório o uso de taxímetro, anualmente auferido pelo órgão metrológico competente, conforme legislação em vigor”.

O mesmo Decreto Municipal considerou, ainda, a necessidade de implantação de uma política tarifária para o transporte individual de passageiros, tipo táxi, que garanta o equilíbrio econômico financeiro da permissão, assim como a justa remuneração do serviço e a garantia dos direitos dos usuários, estabelecendo as seguintes tarifas:

Bandeira inicial – R$ 4,72
Quilômetro rodado – Bandeira 1 – R$ 3,83
Quilômetro rodado – Bandeira 2 – R$ 4,59
Hora parada – R$ 23,02

Vale ressaltar que a tarifa Bandeira 2 somente poderá ser cobrada em domingos e feriados, em sábados a partir das 14 horas, em qualquer dia da semana no período das 22 horas às 06 horas do dia seguinte e para destinos fora do perímetro urbano do município.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Dando satisfação as famílias que esperam as construções de 537, na Barra do Riacho, Aracruz -ES.






Quero aqui dar uma satisfação as famílias que esperam as construções das 537, casas no bairro Nova Esperança.
Enquanto nenhuma autoridade responsável pelo projeto se manifesta sobre o vandalismo que ocorreu nesta semana no canterio de obras do emprendimento do Programa do Minha Casa Minha Vida do Governo Federal, em Barra do Riacho -Aracruz -ES. Eu Valdinei Tavares, busquei informações na Prefeitura Municipal de Aracruz, sobre o fato e as informações e explicações que me foram passadas é que, a Administração Municipal, nada pode fazer, por não ser responsável pelo projeto e nem das construções das casas. Segundo as informações esso problema é de responsabidade da construtora contratada para fazer as casas, informam ainda, que há rumores que nos próximos (15), quinze dias as obras possam ser reiniciadas.

Sendo assim agora aguardo um posicionamento da Caixa Econômica Federal, já que a mesma é quem contrata e paga a obra.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Sem motivo, construção de casas populares em Barra do Riacho está parada há seis meses Moradores denunciam furtos de materiais do canteiro de obras e cobram reunião com a Caixa Econômica Federal

Por Henrique Alves
http://www.seculodiario.com.br/20863/13/sem-motivo-construcao-de-casas-populares-em-barra-do-riacho-esta-parada-ha-seis-meses

Mais problemas surgiram entre as famílias do loteamento Nova Esperança, em Barra do Riacho, Aracruz, e as ansiadas casas populares do programa Minha Casa, Minha Vida que estavam sendo erguidas na área. De acordo com Valdinei Tavares, diretor da ONG Amigos da Barra do Riacho, ladrões invadiram o canteiro de obras e furtaram um sem-número de materiais, além de depredarem instalações. A denúncia partiu de moradores do antigo loteamento. A situação é derivada de outra, mais grave: as obras estão paralisadas há seis meses. 

Valdinei diz que os ladrões aproveitaram o abandono e invadiram o local. Furtaram cerca 100 sacos de cimentos, instalações hidráulicas e elétricas, telhados, ferramentas, areia, brita e lajotas. O refeitório e o vestiário foram depredados. O canteiro de obras também foi avariado. A comunidade teme mais atraso nas obras. “Virou um casamento de viúva”, compara Valdinei.

A causa da paralisação é desconhecida. A licitação realizada pela Prefeitura de Aracruz foi vencida pela Construtora Arpa e as obras começaram no início de 2014, com perspectiva de entrega para o Natal deste ano. Mas, destaca Valdinei, nem a prefeitura nem a Caixa Econômica Federal (CEF) se manifestaram sobre a situação. No canteiro, já não há operários. A construtora retirou os contêineres. 

A história recente de Nova Esperança nasce com uma história de selvageria policial. Em maio de 2011, o Batalhão de Missões Especiais (BME) investiu contra 313 famílias para cumprir uma decisão judicial de reintegração de posse do loteamento, um terreno de 100 mil metros quadrados situado numa área mais afastada do distrito. O loteamento surgira precisamente em função do grave déficit habitacional do município.

Os desalojados de Nova Esperança foram acolhidos pelo Projeto Aluguel Social, da Prefeitura de Aracruz, para bancar uma nova casa. Mas a maior parte das famílias pena com o atraso no pagamento e, logo, com o acúmulo de dívidas. Algumas famílias chegaram a gastar R$ 15 mil para erguer uma casa no loteamento, ao final devastadas pela truculência policial. 

O quadro atual só mostra o quão gratuita foi a ação violenta do BME. As obras começaram, pararam e agora não se sabe quando serão retomadas e, menos ainda, serão entregues.

Valdinei cobra uma reunião com a Gerência Regional de Habitação da Caixa. “Não está havendo um diálogo aberto com a sociedade”, critica. A comunidade aventa nova ocupação; os moradores iriam realizar as obras pelas próprias mãos. “Já está havendo vandalismo. Se não tem competência para vigiar um canteiro de obras, terá competência para tocar a obra?”, questiona Valdinei. Ele gostaria que fosse tomada a providência, pela empresa ou pelo banco, de instalar uma guarda patrimonial no canteiro.

Barra do Riacho A burocracia e a má gestão pública, permite vandalismo em Projeto do Minha Casa Minha Vida, em Barra do Riacho, Aracruz.



14 de Janeiro de 2015, fonte: http://www.capixabao.com/noticia/21652/cidades/a-burocracia-e-a-ma-gestao-publica-permite-vandalismo-em-projeto-do-minha-casa-minha-vida-em-barra-do-riacho-aracruz/

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A burocracia e a má gestão pública, permite vandalismo em Projeto do Minha Casa Minha Vida, em Barra do Riacho, Aracruz.
(Foto: Reprodução)
Nesta última terça-feira, vândalos invadiram o canteiro de obras da Construtora Arpa, vencedora da licitação para construção de 537 casa populares para atender as 313, famílias vitimas de uma desocupação truculenta da Policia Militar do estado Espírito Santo patrocinada pelo governo do estado a pedido da então gestão municipal da época.

Em 18 de Maio de 2011, 313, famílias foram jogadas na rua da amargura por capricho sobra alegação que iriam construir casas a onde já existia casas em um bairro já constituído e reconhecido pelo próprio município a onde se fazia visitas domiciliares com a equipe do (PSF) Programa de Saúde Familiar, atendimento realizado pelos Agentes de Combate a Dengue, Coleta de Lixo Seletivo e Esgotamento de Foças.

A bem da verdade, é que nunca antes havia sido realizada uma politica habitacional no município de Aracruz, até as mobilizações populares organizadas que motivaram a crianção própria de politica habitacional, justamente por falta da mesma em Aracruz.

Hoje o município tem alto índice de deficit habitacional e várias ocupações como Portelinha, Céu Azul e outras. Estas ainda estão de pé por conta do massacre ocorrido no bairro Nova Esperança, a onde o município e estado não arcam com a divida histórica com aqueles moradores desalojados, a onde a grande maioria das vitimas não são amparadas pelo aluguel social, garantido em um (TAC), Termo de Ajustamento de Conduta, assinado pelas autoridades do município, estadual e moradores. O governo estadual na época garantiu que repassaria junto ao município recursos para manter os alugueis sócias a prefeitura não inclui esse repasse na Secretaria Municipal de Habitação, se é que esse recurso chega.

De concreto é que neste dia 13/01/2015, vândalos invadiram o canteiro de obras que esta abando nado por conta da paralisação das obras, por motivo não apresentado ainda oficialmente aos desalojados, se aproveitaram da situação e roubaram aproximadamente 100 sacos de cimentos, todas instalações hidráulicas e elétricas, telhados, areia, brita, lajotas, ferramentas e outros.

O refeitório foi todo depredado assim como o vestiário e todo canteiro da obra já pronto para inicio das obras, ou seja todo esse prejuízo é pago pelos cofres públicos que serão repassados para todos contribuintes brasileiros mais um rombo e festa com o dinheiro do povo no Brasil que é logo ali, Barra do Riacho, Aracruz.

Segundo Valdinei Tavares, O que sabe extra oficialmente, é que existe a possibilidade de um distrato com a Construtora Arpa, para que a Construtora AB, seja a nova prestadora de serviços e executadora deste empreendimento em Barra do Riacho, denominado de Residencial Barra do Riacho, projeto do Programa Minha Minha Vida no município de Aracruz - ES, a preocupação dos desalojados é que se houver, uma outra licitação a obra demore ainda mais, do que já esta.

O prometido era que no final deste ano as casas fossem entregues antes do Natal de 2015, isso foi um pedido feito pelo Prefeito Marcelo Coelho na assinatura da ordem de serviços junto a construtora Arpa, pedido que não será atendido nem que a “vaca tussa”.

Outra preocupação dos desalojados é o fato da obra já estar super depreciada, tendo em vista que a mesma foi licitada a mais de três anos atrás, e com o possível repasse para uma outra empresa, haverá uma transação comercial do projeto que acarretaria em mais um custo para a nova dona do contrato, que fatalmente, será repassado para a planilha de custo do projeto.

Segundo as vitimas, isso pode comprometer a qualidade da obra com são mostradas todos os dias nos noticiários brasileiro e do mundo, que mostram as propinas, roubos, esquemas de lavagem de dinheiro, apadreamento politico, desvios de verbas públicas e tantas outras denuncias nas empresas e estatais brasileiras.

Os desalojados já falam em ocupar a área novamente e desta vez não haverá acordo, não aguentam mais, tanta promessa eleitoreira e não creditam nos representantes eleitos, para os moradores os únicos que representam e fazem de tudo para que esse sonho se torne realidade são os próprios desalojados que criaram a Associação de Moradores Pró-Interesse Social e Urbanístico do Bairro Nova Esperança e a ONG AMIGOS DA BARRA DO RIACHO.

Os desalojados querem uma reunião com a superintendência da Caixa Econômica Federal e as empresas envolvidas para um desfecho e solução para o inicio e entrega das casas para as 313 famílias desalojadas.

Área a onde ficava as ferramentas.
Furto das redes elétricas.


Área de que estocava os sacos de cimentos.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

NO CALADO A TARIFA DE ÔNIBUS PODE AUMENTAR, SEM DISCUSSÃO PUBLICA.

A ONG AMIGOS DA BARRA DO RIACHO, juntamento com o Movimento Popular Organizado, fomos e somos uns dos maiores responsáveis pelo congelamento do aumento da tarifa do transporte urbano e distrital de Aracruz e circunvizinhança, desde 2012, por força de decreto. Este decreto só existe após muita negociação com o poder Publico Municipal de Aracruz, e várias reuniões que envolveram diversas lideranças da orla de Aracruz a onde conseguimos provar a não consistência das planilhas de reajuste terifário que habitualmente eram apresentadas pelas respectivas empresas mencionadas na matéria abaixo, que não comprovavam cientificamente através  de coleta de amostras ou quânticas ou as metodologias de pesquisa de forma que ficasse justificada as argumentações dos reajustes. 
Agora meio que ao pagar das luzes, anunciam, este pedido abaixo, junto a Prefeitura Municipal de Aracruz, na tentativa de derrubar nossa conquista da mesma forma simplória. Continuando sem apresentar os dados técnicos e científicos dos estudos que justifique a derrubada do decreto, pelo menos não foi publicado na integra para que possamos ver a consistência dos fatos.   Mais uma vez irão enfiar os pés pelas mãos, sem ouvir as comunidades e a todos envolvidos diretamente nesta negociação que originalizou o decreto em vigência, tendo em vista que uma das mais importantes reivindicações nossa, era a reformulação do COMTRAC (CONSELHO MUNICIPAL DE TRANSPORTE COLETIVO), uma vez que este não é paritário no que tange a representatividade popular, mesmo que o CONSPAR tenha uma cadeira neste conselho, até por que, nunca é colocada a vontade da população na mesa da mesma forma que as comunidades gostariam e muito menos defendida e encaminhada à voto. Mesmo por que nunca é feito nas comunidades, assembleias por  parte desta entidade CONSPAR para deliberar os manifestos da sociedade a cerca desta matéria. Já as entidades civis organizadas dos bairros, essas sim, discutem este ponto de pauta e reivindica juntos aos órgãos competentes. 
Infelizmente por enquanto nenhum poder público atendeu o real desejo das comunidades, muito menos no processo licitatório, que não contemplou quase nada ou nada, do que preiteávamos. Exemplos;  Terminais na Orla, Ônibus Bitrem, para reduzir o número de ônibus nas estradas e viagens diminuindo assim o valor da tarifa, Tarifa Unificada a exemplo do TRANSCOL, Passe Livre para os Estudantes, Criação do Subsidio para o transporte, Criação de um Fundo para o Transporte e outros. Nada destas reivindicações foram contempladas. 

QUAL A IMPORTÂNCIA DE SEUS DOCUMENTOS SE VOCÊ PODE TER UMA CONTA COMO COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA? MESMO QUE SEJA FALSA.

09/01/2015
O atestado de residência - Pedro Valls Feu Rosa
Dia desses fui convidado a provar que eu morava na minha casa. Lá estava eu, em uma repartição pública, olhar baixo e recatado, recebendo esta missão pela voz solene de um servidor.

A prova, segundo fui informado, seria uma conta de telefone. Felizmente tinha uma no bolso, e pude provar que eu morava lá em casa. Fiquei a pensar em minha pobre esposa, cujo telefone está em meu nome – percebo, agora, que ela não mora lá em casa. Aliás, talvez ela nem exista!

Na saída da repartição, já liberto da opressão da burocracia, fiquei a pensar no verdadeiro absurdo que é o “comprovante de residência”. Vamos lá: praticamente todo brasileiro tem CPF. E está ali, no Ministério da Fazenda, nosso endereço.

Fiquei a pensar nos demais cadastros: o da Polícia Civil, o do Ministério do Trabalho, o da Justiça Eleitoral etc. Em praticamente todos eles estão nossos dados – endereço incluído.

Cheguei à conclusão de que tudo isto é inútil na esmagadora maioria das repartições públicas – o que vale é o “atestado de residência” fornecido por uma empresa privada, materializado em uma conta de telefone!

Realmente é difícil de entender: a administração pública não acredita nas informações dela própria, mas confia cegamente em uma conta de telefone, emitida por uma empresa privada – qualquer uma delas!

Não importa se a conta já foi paga ou não, ou seja lá o que for – o que vale é ter uma delas no bolso. Percebi que uma conta de telefone passou a ser um salvo-conduto na selva da burocracia brasileira – uma questão de sobrevivência, pois.

O fato é que não importa o quão pobre ou rico seja um brasileiro – a hora de exibir, trêmulo e inseguro, o seu “atestado de residência” chegará. Isto é tão certo como a morte ou um recadastramento.

E lá vai o povo, pacífica e ordeiramente, para a fila de um recadastramento qualquer. Ora é o da identidade, ora o da Justiça Eleitoral ou o de algum outro órgão. Enquanto espera na fila aproveite para filosofar sobre os cadastros da administração pública. Quão bom seria se ele fosse único, contendo informações compartilhadas por todos os órgãos!

Já imaginou que maravilha? Um cadastro só, compartilhado por todos! Seria a libertação final de um povo obrigado a carregar no bolso a carteira de identidade e a conta de telefone!

Mas deixe de sonhar. Isto é impossível. Afinal, cada órgão quer ter o SEU banco de dados, as SUASinformações, o SEU cadastro, tudo dentro da SUA esfera de poder – da qual ninguém quer abrir mão. E é assim, dentro deste mundo da MINHA informação, do MEU poder, da MINHA prerrogativa, que você continuará ali, na fila do recadastramento, carregando no bolso a sua conta de telefone.

Periodicamente alguém anuncia uma nova tecnologia de identificação. Seria o caso de todos os órgãos se unirem e modernizarem o sistema em um processo único. Mas que nada! Cada órgão quer aparecer no noticiário como sendo o primeiro a utilizar o novo sistema. E como um não pode esperar o outro, cada qual gasta milhões em seu próprio cadastro – e promove seu igualmente próprio e exclusivo recadastramento particular, do qual você participará. Com a conta de telefone no bolso, lembre-se.

Esqueça também a possibilidade de estes recadastramentos serem feitos aos poucos, na hora da renovação de um documento qualquer. A ânsia pela notícia dificilmente permitirá esta bondade. Assim, prepare-se para largar seus afazeres e ir encarar a fila do próximo recadastramento – com a conta de telefone no bolso, claro!

O autor é desembargador

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Em parceria com o Estaleiro Jurong a ONG Amigos da Barra do Riacho, estará recebendo seu curriculum somente das respectivas vagas abaixo, na segunda-feira na sede da ONG, até às 16:00, na rua Reinaldo Wilkmann nº 120.


Prezados (as), bom dia!
Gentileza encaminhar currículos da sua comunidade de acordo com as funções descritas abaixo:
Os currículos devem ser encaminhados pela liderança comunitária do seu bairro e entregues na portaria do Estaleiro com a identificação da Instituição que encaminhou.
Para melhor procedimento de envio, favor encaminhar um ofício informando a quantidade de currículos entregues e a Associação/Instituição responsável pelo encaminhamento.

Lembrando que nessa solicitação, somente serão validados os currículos de acordo com as funções solicitadas abaixo.






ESMERILHADOR
Formação/Requisitos
· Ensino Fundamental Completo;
· Conhecimento de materiais, serviços e atividades realizadas em estaleiros e/ou áreas industriais.
· Disponibilidade para trabalhar no turno noturno.
Atribuições
· Executar serviços de esmerilhamento em peças a fim de obter padrão de acabamento visual pré-estabelecido por norma ou convenção, utilizando-se de esmerilhadeira de: 9”, 7”, 41/2”, retífica ou similar.
Experiência
· 06 meses
AJUDANTE DE ELÉTRICA
Formação/Requisitos
· Ensino fundamental;
  • Desejável curso profissionalizante em áreas afins.
Atribuições
· Apoiar nas atividades das áreas de elétrica, realizando seu trabalho conforme orientações do supervisor/engenheiro, bem como adotando as medidas necessárias para garantir segurança durante a atuação da equipe;
  • Manter limpeza e organização das ferramentas e equipamentos.
Experiência
· Sem experiência
MONTADOR DE ANDAIMES
Formação/Requisitos
• Ensino Fundamental Completo;
• Desejável curso de montagem de andaimes;
•Experiência na função em área industrial.
Atribuições
• Montagem, desmontagem e ajuste de tubos de andaimes, bem como acoplamentos e ligações rápidas dos tipos de andaimes;
• Montagem de andaimes, levando-se em consideração variações de pontos de suportes, dimensões e prumo.
Experiência
· 06 meses
GOIVADOR
Formação/Requisitos
• Ensino Fundamental Completo;
• Conhecimento em máquinas e materiais para soldagem;
• Conhecimento em aço ou metal que podem ou não podem ser utilizados no processo de goivagem;
• Treinamento especifico na área ou experiência na função;
• Leitura e interpretação de IEIS, instrução, execução e inspeção do processo de soldagem.
Atribuições
• Executar as atividades de sua área de atuação, respondendo pela qualidade dos serviços prestados;
• Receber do Supervisor os serviços a serem executados, entendendo detalhes para sua execução, a fim de evitar enganos ou erros que possam
provocar paralisações de produção, perda de material aplicado, retrabalhos e horas improdutivas;
• Efetuar a preparação das juntas, após a soldagem do primeiro lado, de acordo com IEIS – Instrução de Execução e Inspeção de Soldagem ou folha
tarefa;
• Esclarecer dúvidas com o Supervisor, bem como avisá-lo do término do serviço;
• Cumprir as normas de QMSR;
• Manter limpo e organizado o local de trabalho, equipamentos e materiais a fim de manter boas condições de uso;
· Acondicionar os resíduos gerados nas atividades em recipientes e locais apropriados, preservando os aspectos de segurança, saúde ocupacional e meio ambiente;
• Executar outras tarefas correlatas.
Experiência
· 06 meses
MAÇARIQUEIRO
Formação/Requisitos
• Experiência com operação de maçarico manual e máquina de corte semiautomática;
• Conhecimento de bitolas e tipos de ferro, bem como bicos de maçarico e suas aplicações;
• Conhecimento de tipo e natureza de materiais;
• Curso de qualificação;
• Ensino fundamental completo.
Atribuições
• Executar as atividades de sua área de atuação, respondendo pela qualidade dos serviços prestados;
• Certificar-se das condições de utilização do maçarico manual ou máquina de corte semiautomática, verificando vazamentos e o funcionamento dos
manômetros, bem como efetuando limpeza geral e troca de cilindros de gases e informando ao superior imediato eventuais defeitos ocorridos;
• Operar maçarico manual ou máquina de corte semiautomática, regulando e acompanhando a pressão dos gases, através da leitura dos manômetros,
bem como regulando a chama e selecionado o bico adequado, para o corte, chanfro de chapas, tubos e peças diversas;
• Efetuar pré-aquecimento para soldagem de peças, chapas, tubos com a utilização de maçaricos (simples ou múltiplos);
• Esclarecer dúvidas com seus superiores a respeito das instruções recebidas,
• Informar ao Supervisor sobre a conclusão do serviço;
• Cumprir as normas de QMSR;
• Manter limpo e organizado o local de trabalho, equipamentos e materiais a fim de manter boas condições de uso; . Acondicionar os resíduos gerados
nas atividades em recipientes e locais apropriados, preservando os aspectos de segurança, saúde ocupacional e meio ambiente;
• Executar outras tarefas correlatas.
Experiência

· 06 meses 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

De quem é o governo?

Nesta última terça-feira, a presidente Dilma Roussef, anunciou parte de seus ministeriáveis, momento este que deveria ser marcado por uma linha histórica de ideologia para traçar o rumo de uma nação e o que vemos é um loteamento de poder para não perder sua demarcação territorial, “ocupar resistir pra não sair”. Como uma presidente de um país não tem a maioria de seu governo sendo do seu partido? Como um partido de uma presidente permite não ser a maioria do seu governo?

O medo ronda o Planalto Central, a Esplanada nunca mais será a mesma a partir do dia 1º de Janeiro de 2015. Concordo que governar não é a arte de imposição ou de maioral, porém, é o simbolo de ser uma referência de representatividade e de legitimidade que lhe foi concedido para governar. O que fica claro e evidente, é que o governo não tem o comando, se é, que um dia o teve. O certo mesmo é que o PMDB de Michel Temer, comanda o país, a curta conversa, ou é assim ou a sigla migra para oposição e libera o judiciário Brasileiro para condenar de verdade todos corruptos do PT. 

Veja que no estado do Espírito Santo, “o imperador” que é do PMDB, sempre usufruiu do poder do PT mais nunca o apoiou, mas que agora busca a  entrada do mesmo para sua base de governo para manter a unanimidade do condomínio empresarial deste estado sem compromisso algum com a base ideológica do antigo PT.

Tamanho é o poder do PMDB, no estado que até as contas do atual governador Renato Casagrande do PSB, foi travada na Assembleia Legislativa por longos dias a mando do “imperador” contrariando a recomendação de aprovação das contas, que já havia sido deferida pelo (TCE-ES), Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo. Alguém ainda tem duvida do poder do PMDB e de quem, realmente manda? Se ainda há duvidas vamos lá então, o PMDB é o partido que tem a maior bancada de parlamentares por todo país, tem a maioria de prefeitos eleitos dentre os 5.570 municípios do Brasil e tem (7) Sete, governadores do total de 26 estados e de um distrito federal do Brasil.

Como reza a lenda, democrática tem, quem tem o governo forte, e a grande maioria em seu governo, então sendo a maioria dos estados governados pelo PMDB, assim como no Congresso Nacional o PT só tem uma única estrela mesmo que seja por pouco tempo, de codinome LULALA e uma cadente chamada Dilma. Trocando em miúdos o PMDB, sempre foi e será pelos próximos anos o governante deste país a história relata bem isso. O PMDB tem uma filosofia própria que o melhor da festa não é ser o dono do IATE e sim o amigo do dono, afinal quem paga a conta é o dono, sendo só amigo usufruirá do mesmo jeito das mordomias e regalias e quem pagará a conta é quem esta como TIMONEIRO da embarcação, neste caso a barca BRASIL. Cá pra nós, é bem melhor ter uma otária pra ser a bucha do canhão e ficar com todo vestígio de pólvora do que ficar sujo na linha de frente, com certeza é bem melhor só puxar o gatilho pelo simples fato que ao apertar o dedo o elemento sempre estará por detrás e não na frente.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Novo PDM de Aracruz será apresentado nesta quinta-feira Mudanças atendem a pedido da Nutripetro, que pretende construir um Terminal Multimodal Capixaba em Barra do Riacho

Manaira Medeiros
10/12/2014 19:22 - Atualizado em 12/12/2014 12:58

As alterações no Plano Diretor Municipal (PDM) de Aracruz (norte do Estado) serão apresentadas em audiência pública nesta quinta-feira (11), às 18 horas, na Escola Placidino Passos, Centro do município. As mudanças atendem a pedido da empresa Nutripetro, que pretende construir um Terminal Multimodal Capixaba (TMC) em Barra do Riacho. O projeto, no entanto, é rejeitado por moradores e comunidade pesqueira, devido aos impactos sociais e ambientais, além de cortar terras indígenas Tupinikim.



No site da Prefeitura, a convocação para o encontro aponta que os principais objetivos da iniciativa são “estabelecer novas estratégias de desenvolvimento territorial e adequar os padrões urbanísticos à atual realidade do município, que está em acelerado crescimento devido à chegada de novos empreendimentos”.

De acordo com a atual lei do PDM, a área comprada pela Nutripetro da Aracruz Celulose (Fibria), no centro do vilarejo, com um milhão de metros quadrados, é de ocupação restritamente residencial. A empresa, do grupo Ambitec, pretende desempenhar apoio logístico às áreas de granéis, granito e cargas gerais e operações offshore de apoio a plataformas de petróleo. Para isso, construirá retroárea – já licenciada - para granito com 130 mil metros quadrados; terminal de supply (área de estocagem) com 170 mil metros quadrados; e o terminal portuário, com ponte de acesso, quebra-mar e píer (cinco berços).

Os moradores do entorno temem problemas como o tráfego intenso, ruídos e poluição do ar na única rua principal de Barra do Riacho e o agravamento dos impactos ambientais em uma região já degradada pela presença de outros empreendimentos instalados e previstos, como a própria Aracruz e seu Portocel; a Jurong; a Carta Fabril e o porto da Imetame.

Projetos esses que também reduziram drasticamente a área de pesca na região, atividade que sustenta 400 pessoas apenas no distrito. Na área da Nutripetro, ainda é registrada abundância de animais marinhos, entre os meses de setembro e janeiro. Os pescadores alertam que somente a ponte, que avançará dois quilômetros mar adentro, vai destruir o manguezal hoje existente e alterar o ciclo das marés, prejudicando a prática do surfe.

Há preocupação também em relação ao trabalho desenvolvido pelo Projeto Tamar em Regência, Linhares, já que a área de área de desova, que ocupa 150 quilômetros de planície costeira, localizada entre Regência e Itaúnas, em Conceição da Barra, é a única área de desova regular das tartarugas-gigantes ou tartarugas-de-couro em todo o litoral brasileiro.

O empreendimento da Nutripetro está ainda a 30 quilômetros de distância de sete Unidades de Conservação (UCs): Reserva Biológica de Comboios; Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Mosteiro Zen – Morro da Vargem; Parque Natural Municipal de Aricanga; a Reserva Ecológica do Manguezal do Rio Piraquê-Açu e Piraquê-Mirim; a APA Costa das Algas; a Refúgio de Vida Silvestre (Revis) de Santa Cruz; e o Parque Natural Municipal David Victor Farina.

No ano passado, um abaixo-assinado foi enviado aos Ministérios Públicos Federal e Estadual, ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e ao Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema). O documento pedia a anulação da audiência pública sobre o empreendimento, que os pescadores afirmam ter sido realizada em um local distante e de difícil acesso. Eles consideram como primeiro debate oficial o que será realizado na noite desta quinta-feira.

Fim do processo

Embora a Nutripetro seja a questão central das mudanças do PDM, a Prefeitura de Aracruz informou a Século Diário que a audiência pública não tratará de assuntos relacionados ao zoneamento municipal. “As propostas de alteração que serão apresentadas dizem respeito a tamanhos de vias, vagas de garagens, índices urbanísticos, dentro outros”, disse.

A administração municipal garante que todos os prazos e procedimentos legais foram “devidamente cumpridos” para a realização da audiência pública anterior e que o encontro desta quinta-feira encerra o processo.

A população terá então “dez dias para se manifestar sobre as informações apresentadas no estudo, bem como ter acesso a todos os documentos e estudos elaborados”. Passado esse prazo, “serão feitos os ajustes legais e necessários para encaminhamento do projeto de lei à Câmara Municipal”.
 
O último PDM feito pela Prefeitura de Aracruz é de 2008.