sexta-feira, 27 de março de 2015

Estaleiro Jurong envolvido em propina de mais de 8 milhões segundo investigações da Lava Jato.

O lobista Guilherme Esteves de Jesus, preso na manhã desta sexta-feira, 27, pela Operação Lava Jato, é acusado de pagar pelo menos US$ 8,2 milhões em propina em nome do Estaleiro Jurong – de um dos maiores grupos do setor no mundo – por seis contratos para construção de sondas de exploração do pré-sal feitos com a empresa Sete Brasil. Pelo menos US$ 1,7 milhão teriam sido pagos para dois executivos da empresa brasileira, João Ferraz e Eduardo Musa. “Os pagamentos das propinas, que totalizariam cerca de USD 8.211.614,00, teriam sido feitas por intermédio de transferências no exterior da conta em nome da off-shore Opdale Industries Ltd, controlada por Guilherme, para contas controladas por Pedro Barusco (offshore Natiras) Renato Duque (offshore Drenos), João Ferraz (offshore Firasa) e para Eduardo Musa (conta não identificada)”, registra o juiz federal Sérgio Moro, em sua decisão, nesta quinta-feira, 26. A Sete Brasil foi constituída com diversos investidores, entre eles a Petrobrás e com recursos provenientes de fundos de pensão da Petros, Previ e Funcef, Valia. Também tem por sócios empresas privadas e instituições financeiras, como os bancos Santander, Bradesco e o BTG Pactual. Em 2011, a Sete Brasil venceu licitação da Petrobrás para a operação de 21 sondas do pré-sal. Estaleiro Jurong, no Espírito Santo, fechou seis contratos com Sete Brasil / Foto: Banco de Imagens do EJA Estaleiro Jurong, no Espírito Santo, fechou seis contratos com Sete Brasil / Foto: Banco de Imagens do EJA Para executar os serviços, a empresa fechou 21 contratos pelo valor total de US$ 22 bilhões com cinco estaleiros: Estaleiros Atlântico Sul, Estaleirto Rio Grande (ligado à Engevix Engenharia), Estaleiro Jurong, Estaleiro Kepell Fels e Estaleiro Enseada do Paraguaçu (formado por consórcio da Odebrecht, OAS, UTC e Kawasaki). Uma das pessoas que participou ativamente da formação da Sete Brasil foi o ex-gerente de Engenharia da Petrobrás Pedro Barusco, delator da Lava Jato. Cada estaleiro tinha o seu operador responsável pelo pagamento de propinas, afirmou ele. Guilherme Esteves era o operador do Estaleiro Jurong, que ficou com seis contratos dos 21. Barusco foi indicado Diretor de Operações da Sete Brasil em fevereiro de 2013, mas desde 2011 trabalhava na empresa. Segundo ele, “o esquema criminoso da Petrobrás reproduziu-se na empresa Sete Brasil”. Sua função na empresa privada “era conduzir o projeto de construção de sondas de perfuração de águas profundas para exploração do pré-sal”. Barusco afirmou à força-tarefa da Lava Jato que a “João Ferraz foram repassados US$ 1.035.996,00 em julho de 2013″ e a “Eduardo Musa US$ 786.000,00, também em julho de 2013″. No celular do operador de propina da Jurong, a PF localizou “mensagens de texto, trocadas entre ele e Fabricio Barwinski e FRrederico Goldin, sobre pedidos de transferência de valores da conta Opdale para as contas Nebraska, Nave e Firasa, esta última pertencente ao presidente da Sete Brasil, João Ferraz”, segundo registra o MPF. Guilherme Esteves foi um dos 11 acusados de operarem propina na Diretoria de Serviços – comandada pelo PT – alvos de busca e apreensão na nona fase da Lava Jato, batizada de Operação My Way. De acordo Barusco, Guilherme Esteves funcionou como operador financeiro para o pagamento de propinas provenientes do Estaleiro Jurong a partir de janeiro de 2013, por meio da celebração de contratos ideologicamente falsos, emissão de notas fiscais frias e realização de depósitos em contas bancárias no exterior. Para o juiz da Lava Jato, “o quadro probatório revela provas de crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro, com a utilização, por Guilherme Esteves de Jesus, de contas secretas no exterior para a realização de pagamentos de propinas milionárias a dirigentes da Petrobrás e da Sete Brasil”. “A Sete Brasil, apesar de ser empresa privada, tem importante participação acionária da Petrobras e de fundos de pensão, com o que não se trata propriamente de lesão unicamente a uma empresa privada”, afirmou Moro, em sua decisão de prisão do operador da Jurong. Sete Brasil. A Sete Brasil “foi um projeto montado no interior da Petrobrás, idealizado, sobretudo, por João Carlos de Medeiros Ferraz”. Barusco afirmou em sua delação que “em todos os contratos, foi acertado o pagamento de propina de cerca de 1%, depois reduzido a 0,9%, dos valores”. Tanto Ferraz como Musa eram funcionários da Petrobrás. “Além disso, o pagamento das propinas comissionadas teria ocorrido no âmbito de contratos destinados à construção de sondas para a empresa estatal”, ressalta o juiz. “Não há, como regra, ‘propina grátis’, sendo o usual a inclusão dos valores respectivos como custo a ser suportado ao final pela empresa estatal e, por conseguinte, pelos cofres públicos.” O Estaleiro Jurong é uma subsidiária do Gruo SembCorp Marine, companhia de capital aberto de Cingapura e uma grande fornecedora internacional de plataformas e sondas para exploração de petróleo. Ninguém do grupo foi localizado. Além do ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque – indicado pelo PT ao cargo -, dele próprio, dos executivos da Sete Brasil, parte da propina ia para João Vaccari Neto, tesoureiro do PT. COM A PALAVRA, A SETE BRASIL. “A deflagração da “Operação Lava Jato” e o envolvimento do ex-Diretor de Operações da Companhia Pedro José Barusco Filho confirmado em depoimentos prestados no âmbito do acordo de colaboração premiada, em novembro de 2014, prejudicaram a obtenção dos financiamentos de longo prazo pela Sete Brasil. Com o objetivo de apurar eventuais irregularidades ocorridas nos processos envolvendo estaleiros, operadores e fornecedores, visando não somente dar transparência aos processos da companhia, como também fornecer legitimidade a todos os investidores e financiadores do projeto, a Diretoria Executiva determinou, antes de qualquer solicitação de terceiros, o início de um processo de auditoria e investigação sobre todos os documentos e contratos relacionados ao projeto sondas desde a criação da Sete Brasil, em dezembro de 2010. Os resultados das investigações levaram a Administração da Companhia a concluir que todos seus contratos vigentes foram pactuados observando os termos e condições usualmente praticados pelo mercado neste tipo de operação. Não foi apontado, até então, qualquer violação às leis que regulamentam tais contratos.”

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Marcelo Coelho assina Decreto que obriga Taxistas instalarem taxímetro, com a decisão do Prefeito uma corrida de Barra do Riacho para Aracruz pode custar a parti do dia 1º R$ 114,75. Hoje a mesma corrida custa R$ 70,00 segundo taxistas de Barra do Riacho.

Prefeitura de Aracruz anuncia a instalação de taxímetros
02/02/2015
Os taxistas de Aracruz têm até o dia 1º de maio para instalar o taxímetro e apresentar o Certificado de Aferição à Diretoria de Transporte Público
Os taxistas de Aracruz têm até o dia 1º de maio para instalar o taxímetro e apresentar o Certificado de Aferição à Diretoria de Transporte Público PMA / Humberto De Marchi
A Secretaria Municipal de Transportes e Serviços Urbanos da prefeitura de Aracruz está dando sequência ao ordenamento dos táxis da cidade, instituído, por meio do Decreto Nº 28973, que prevê a instalação e aferição de taxímetros, além de definir tarifas-padrão para o serviço.

De acordo com o Decreto Municipal, todos os veículos de táxi de Aracruz têm até o dia 01 de março de 2015, um domingo, para instalar o taxímetro e apresentar o Certificado de Aferição à Diretoria de Transporte Público. A mesma data vale para a aplicação das novas tarifas. Caso os taxistas infringirem o novo ordenamento, eles poderão ser multados e até perder o alvará de permissão de serviço.

O Decreto Municipal tem como base o art. 8º. do Decreto Federal nº 12.468 de 26 de agosto de 2011, que diz que “Em Municípios com mais de 50.000 (cinquenta mil) habitantes é obrigatório o uso de taxímetro, anualmente auferido pelo órgão metrológico competente, conforme legislação em vigor”.

O mesmo Decreto Municipal considerou, ainda, a necessidade de implantação de uma política tarifária para o transporte individual de passageiros, tipo táxi, que garanta o equilíbrio econômico financeiro da permissão, assim como a justa remuneração do serviço e a garantia dos direitos dos usuários, estabelecendo as seguintes tarifas:

Bandeira inicial – R$ 4,72
Quilômetro rodado  Bandeira 1 – R$ 3,83
Quilômetro rodado  Bandeira 2 – R$ 4,59
Hora parada – R$ 23,02

Vale ressaltar que a tarifa Bandeira 2 somente poderá ser cobrada em domingos e feriados, em sábados a partir das 14 horas, em qualquer dia da semana no período das 22 horas às 06 horas do dia seguinte e para destinos fora do perímetro urbano do município.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Dando satisfação as famílias que esperam as construções de 537, na Barra do Riacho, Aracruz -ES.






Quero aqui dar uma satisfação as famílias que esperam as construções das 537, casas no bairro Nova Esperança.
Enquanto nenhuma autoridade responsável pelo projeto se manifesta sobre o vandalismo que ocorreu nesta semana no canterio de obras do emprendimento do Programa do Minha Casa Minha Vida do Governo Federal, em Barra do Riacho -Aracruz -ES. Eu Valdinei Tavares, busquei informações na Prefeitura Municipal de Aracruz, sobre o fato e as informações e explicações que me foram passadas é que, a Administração Municipal, nada pode fazer, por não ser responsável pelo projeto e nem das construções das casas. Segundo as informações esso problema é de responsabidade da construtora contratada para fazer as casas, informam ainda, que há rumores que nos próximos (15), quinze dias as obras possam ser reiniciadas.

Sendo assim agora aguardo um posicionamento da Caixa Econômica Federal, já que a mesma é quem contrata e paga a obra.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Sem motivo, construção de casas populares em Barra do Riacho está parada há seis meses Moradores denunciam furtos de materiais do canteiro de obras e cobram reunião com a Caixa Econômica Federal

Por Henrique Alves
http://www.seculodiario.com.br/20863/13/sem-motivo-construcao-de-casas-populares-em-barra-do-riacho-esta-parada-ha-seis-meses

Mais problemas surgiram entre as famílias do loteamento Nova Esperança, em Barra do Riacho, Aracruz, e as ansiadas casas populares do programa Minha Casa, Minha Vida que estavam sendo erguidas na área. De acordo com Valdinei Tavares, diretor da ONG Amigos da Barra do Riacho, ladrões invadiram o canteiro de obras e furtaram um sem-número de materiais, além de depredarem instalações. A denúncia partiu de moradores do antigo loteamento. A situação é derivada de outra, mais grave: as obras estão paralisadas há seis meses. 

Valdinei diz que os ladrões aproveitaram o abandono e invadiram o local. Furtaram cerca 100 sacos de cimentos, instalações hidráulicas e elétricas, telhados, ferramentas, areia, brita e lajotas. O refeitório e o vestiário foram depredados. O canteiro de obras também foi avariado. A comunidade teme mais atraso nas obras. “Virou um casamento de viúva”, compara Valdinei.

A causa da paralisação é desconhecida. A licitação realizada pela Prefeitura de Aracruz foi vencida pela Construtora Arpa e as obras começaram no início de 2014, com perspectiva de entrega para o Natal deste ano. Mas, destaca Valdinei, nem a prefeitura nem a Caixa Econômica Federal (CEF) se manifestaram sobre a situação. No canteiro, já não há operários. A construtora retirou os contêineres. 

A história recente de Nova Esperança nasce com uma história de selvageria policial. Em maio de 2011, o Batalhão de Missões Especiais (BME) investiu contra 313 famílias para cumprir uma decisão judicial de reintegração de posse do loteamento, um terreno de 100 mil metros quadrados situado numa área mais afastada do distrito. O loteamento surgira precisamente em função do grave déficit habitacional do município.

Os desalojados de Nova Esperança foram acolhidos pelo Projeto Aluguel Social, da Prefeitura de Aracruz, para bancar uma nova casa. Mas a maior parte das famílias pena com o atraso no pagamento e, logo, com o acúmulo de dívidas. Algumas famílias chegaram a gastar R$ 15 mil para erguer uma casa no loteamento, ao final devastadas pela truculência policial. 

O quadro atual só mostra o quão gratuita foi a ação violenta do BME. As obras começaram, pararam e agora não se sabe quando serão retomadas e, menos ainda, serão entregues.

Valdinei cobra uma reunião com a Gerência Regional de Habitação da Caixa. “Não está havendo um diálogo aberto com a sociedade”, critica. A comunidade aventa nova ocupação; os moradores iriam realizar as obras pelas próprias mãos. “Já está havendo vandalismo. Se não tem competência para vigiar um canteiro de obras, terá competência para tocar a obra?”, questiona Valdinei. Ele gostaria que fosse tomada a providência, pela empresa ou pelo banco, de instalar uma guarda patrimonial no canteiro.

Barra do Riacho A burocracia e a má gestão pública, permite vandalismo em Projeto do Minha Casa Minha Vida, em Barra do Riacho, Aracruz.



14 de Janeiro de 2015, fonte: http://www.capixabao.com/noticia/21652/cidades/a-burocracia-e-a-ma-gestao-publica-permite-vandalismo-em-projeto-do-minha-casa-minha-vida-em-barra-do-riacho-aracruz/

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A burocracia e a má gestão pública, permite vandalismo em Projeto do Minha Casa Minha Vida, em Barra do Riacho, Aracruz.
(Foto: Reprodução)
Nesta última terça-feira, vândalos invadiram o canteiro de obras da Construtora Arpa, vencedora da licitação para construção de 537 casa populares para atender as 313, famílias vitimas de uma desocupação truculenta da Policia Militar do estado Espírito Santo patrocinada pelo governo do estado a pedido da então gestão municipal da época.

Em 18 de Maio de 2011, 313, famílias foram jogadas na rua da amargura por capricho sobra alegação que iriam construir casas a onde já existia casas em um bairro já constituído e reconhecido pelo próprio município a onde se fazia visitas domiciliares com a equipe do (PSF) Programa de Saúde Familiar, atendimento realizado pelos Agentes de Combate a Dengue, Coleta de Lixo Seletivo e Esgotamento de Foças.

A bem da verdade, é que nunca antes havia sido realizada uma politica habitacional no município de Aracruz, até as mobilizações populares organizadas que motivaram a crianção própria de politica habitacional, justamente por falta da mesma em Aracruz.

Hoje o município tem alto índice de deficit habitacional e várias ocupações como Portelinha, Céu Azul e outras. Estas ainda estão de pé por conta do massacre ocorrido no bairro Nova Esperança, a onde o município e estado não arcam com a divida histórica com aqueles moradores desalojados, a onde a grande maioria das vitimas não são amparadas pelo aluguel social, garantido em um (TAC), Termo de Ajustamento de Conduta, assinado pelas autoridades do município, estadual e moradores. O governo estadual na época garantiu que repassaria junto ao município recursos para manter os alugueis sócias a prefeitura não inclui esse repasse na Secretaria Municipal de Habitação, se é que esse recurso chega.

De concreto é que neste dia 13/01/2015, vândalos invadiram o canteiro de obras que esta abando nado por conta da paralisação das obras, por motivo não apresentado ainda oficialmente aos desalojados, se aproveitaram da situação e roubaram aproximadamente 100 sacos de cimentos, todas instalações hidráulicas e elétricas, telhados, areia, brita, lajotas, ferramentas e outros.

O refeitório foi todo depredado assim como o vestiário e todo canteiro da obra já pronto para inicio das obras, ou seja todo esse prejuízo é pago pelos cofres públicos que serão repassados para todos contribuintes brasileiros mais um rombo e festa com o dinheiro do povo no Brasil que é logo ali, Barra do Riacho, Aracruz.

Segundo Valdinei Tavares, O que sabe extra oficialmente, é que existe a possibilidade de um distrato com a Construtora Arpa, para que a Construtora AB, seja a nova prestadora de serviços e executadora deste empreendimento em Barra do Riacho, denominado de Residencial Barra do Riacho, projeto do Programa Minha Minha Vida no município de Aracruz - ES, a preocupação dos desalojados é que se houver, uma outra licitação a obra demore ainda mais, do que já esta.

O prometido era que no final deste ano as casas fossem entregues antes do Natal de 2015, isso foi um pedido feito pelo Prefeito Marcelo Coelho na assinatura da ordem de serviços junto a construtora Arpa, pedido que não será atendido nem que a “vaca tussa”.

Outra preocupação dos desalojados é o fato da obra já estar super depreciada, tendo em vista que a mesma foi licitada a mais de três anos atrás, e com o possível repasse para uma outra empresa, haverá uma transação comercial do projeto que acarretaria em mais um custo para a nova dona do contrato, que fatalmente, será repassado para a planilha de custo do projeto.

Segundo as vitimas, isso pode comprometer a qualidade da obra com são mostradas todos os dias nos noticiários brasileiro e do mundo, que mostram as propinas, roubos, esquemas de lavagem de dinheiro, apadreamento politico, desvios de verbas públicas e tantas outras denuncias nas empresas e estatais brasileiras.

Os desalojados já falam em ocupar a área novamente e desta vez não haverá acordo, não aguentam mais, tanta promessa eleitoreira e não creditam nos representantes eleitos, para os moradores os únicos que representam e fazem de tudo para que esse sonho se torne realidade são os próprios desalojados que criaram a Associação de Moradores Pró-Interesse Social e Urbanístico do Bairro Nova Esperança e a ONG AMIGOS DA BARRA DO RIACHO.

Os desalojados querem uma reunião com a superintendência da Caixa Econômica Federal e as empresas envolvidas para um desfecho e solução para o inicio e entrega das casas para as 313 famílias desalojadas.

Área a onde ficava as ferramentas.
Furto das redes elétricas.


Área de que estocava os sacos de cimentos.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

NO CALADO A TARIFA DE ÔNIBUS PODE AUMENTAR, SEM DISCUSSÃO PUBLICA.

A ONG AMIGOS DA BARRA DO RIACHO, juntamento com o Movimento Popular Organizado, fomos e somos uns dos maiores responsáveis pelo congelamento do aumento da tarifa do transporte urbano e distrital de Aracruz e circunvizinhança, desde 2012, por força de decreto. Este decreto só existe após muita negociação com o poder Publico Municipal de Aracruz, e várias reuniões que envolveram diversas lideranças da orla de Aracruz a onde conseguimos provar a não consistência das planilhas de reajuste terifário que habitualmente eram apresentadas pelas respectivas empresas mencionadas na matéria abaixo, que não comprovavam cientificamente através  de coleta de amostras ou quânticas ou as metodologias de pesquisa de forma que ficasse justificada as argumentações dos reajustes. 
Agora meio que ao pagar das luzes, anunciam, este pedido abaixo, junto a Prefeitura Municipal de Aracruz, na tentativa de derrubar nossa conquista da mesma forma simplória. Continuando sem apresentar os dados técnicos e científicos dos estudos que justifique a derrubada do decreto, pelo menos não foi publicado na integra para que possamos ver a consistência dos fatos.   Mais uma vez irão enfiar os pés pelas mãos, sem ouvir as comunidades e a todos envolvidos diretamente nesta negociação que originalizou o decreto em vigência, tendo em vista que uma das mais importantes reivindicações nossa, era a reformulação do COMTRAC (CONSELHO MUNICIPAL DE TRANSPORTE COLETIVO), uma vez que este não é paritário no que tange a representatividade popular, mesmo que o CONSPAR tenha uma cadeira neste conselho, até por que, nunca é colocada a vontade da população na mesa da mesma forma que as comunidades gostariam e muito menos defendida e encaminhada à voto. Mesmo por que nunca é feito nas comunidades, assembleias por  parte desta entidade CONSPAR para deliberar os manifestos da sociedade a cerca desta matéria. Já as entidades civis organizadas dos bairros, essas sim, discutem este ponto de pauta e reivindica juntos aos órgãos competentes. 
Infelizmente por enquanto nenhum poder público atendeu o real desejo das comunidades, muito menos no processo licitatório, que não contemplou quase nada ou nada, do que preiteávamos. Exemplos;  Terminais na Orla, Ônibus Bitrem, para reduzir o número de ônibus nas estradas e viagens diminuindo assim o valor da tarifa, Tarifa Unificada a exemplo do TRANSCOL, Passe Livre para os Estudantes, Criação do Subsidio para o transporte, Criação de um Fundo para o Transporte e outros. Nada destas reivindicações foram contempladas.